Boas Práticas

copa do mundo em condomínios
Boas Práticas, Condomínios

Começou a Copa do Mundo: como o condomínio deve se preparar

A Copa do Mundo já começou e, com ela, os condomínios passam a conviver com uma rotina diferente. Reuniões entre amigos e familiares, aumento na circulação de visitantes, maior utilização das áreas comuns e crescimento do volume de entregas são situações comuns durante os dias de jogos. Para que o período seja marcado pela celebração e não por transtornos, a organização antecipada e o respeito às regras de convivência fazem toda a diferença. As orientações reunidas pela Abadi e pelo Secovi Rio destacam medidas práticas para reforçar a segurança, preservar a boa convivência e garantir o funcionamento adequado do condomínio durante o torneio. Reforce o controle de acesso Dias de jogos costumam aumentar significativamente o número de visitantes. Por isso, os procedimentos de identificação e autorização devem ser mantidos sem flexibilizações. A recomendação é que moradores comuniquem previamente a presença de convidados e que a entrada seja realizada mediante autorização e identificação adequadas. Também é importante redobrar a atenção com a entrada de terceiros e evitar o acesso de pessoas não identificadas ao condomínio. Mantenha a portaria totalmente operacional Durante as partidas, a portaria deve permanecer funcionando normalmente. A equipe responsável pelo controle de acesso precisa permanecer em seus postos, garantindo a segurança do condomínio em tempo integral. A orientação também vale para porteiros, vigilantes e demais colaboradores envolvidos na operação diária. Revise equipamentos de segurança Antes dos jogos, vale verificar o funcionamento de: A recomendação é garantir que todos os equipamentos estejam em pleno funcionamento, especialmente em áreas que terão maior circulação de pessoas, como garagens, corredores, salões e áreas externas. Organize as equipes de trabalho A Copa também exige atenção à escala dos colaboradores. Segundo as orientações da cartilha, intervalos e pausas devem ser planejados para que não coincidam com os horários das partidas, evitando que áreas importantes do condomínio fiquem desassistidas em momentos de maior movimentação. Atenção ao aumento das entregas Os dias de jogos costumam gerar crescimento no número de pedidos de delivery. Por esse motivo, é recomendável reforçar os procedimentos de identificação e controle para entregadores, evitando acessos indevidos e mantendo a segurança do condomínio. Portões e acessos devem permanecer fechados Mesmo quando houver transmissões dos jogos em áreas comuns ou eventos internos, portas e portões devem permanecer fechados e sob controle. A movimentação maior de pessoas não deve comprometer os protocolos de segurança já adotados pelo condomínio. Defina regras para áreas comuns e eventos Quando o condomínio disponibiliza espaços para assistir aos jogos ou realizar confraternizações, é importante estabelecer previamente: Uma comunicação clara ajuda a reduzir conflitos e melhora a organização durante o período da Copa. Respeite o horário de silêncio A empolgação faz parte da torcida, mas o descanso dos vizinhos também deve ser considerado. Nos jogos realizados à noite, especialmente após as 22h, o horário de silêncio previsto na convenção condominial continua valendo normalmente. Entre as recomendações estão: Cuidado com fogos de artifício A utilização de fogos pode ser proibida pela convenção do condomínio ou disciplinada por decisão assemblear. Além das regras internas, o uso inadequado pode gerar responsabilização conforme a legislação vigente. Por isso, a recomendação é priorizar comemorações seguras que não coloquem em risco moradores, colaboradores, crianças e animais de estimação. Atenção com crianças e circulação de veículos Durante os jogos, o aumento da movimentação exige atenção especial nas áreas comuns e garagens. A supervisão de crianças por responsáveis ajuda a prevenir acidentes, especialmente em locais com circulação de veículos e maior concentração de pessoas. Também é importante respeitar vagas demarcadas, evitar bloqueios de circulação e redobrar os cuidados ao dirigir dentro do condomínio. Comunicação é fundamental Uma das principais recomendações da cartilha é a comunicação antecipada com os moradores. Informar horários dos jogos, regras para utilização das áreas comuns, procedimentos para convidados e orientações de convivência ajuda a reduzir conflitos e contribui para um ambiente mais organizado e seguro. Copa com segurança e boa convivência A Copa do Mundo é um momento de celebração para muitos brasileiros e pode ser aproveitada de forma tranquila dentro dos condomínios. Com planejamento, comunicação, atenção à segurança e respeito às normas de convivência, é possível garantir que moradores, visitantes e colaboradores aproveitem os jogos sem comprometer a organização e o bem-estar coletivo. Fonte: Cartilha Copa do Mundo nos Condomínios – Como se preparar para os dias de jogos?, elaborada pela Abadi e pelo Secovi Rio.

morador antissocial
Blog, Boas Práticas

Condômino antissocial: entenda como agir diante desse tipo de situação

Casos recentes envolvendo conflitos em condomínios têm chamado atenção para um tema que não é novo na vida em comunidade: o chamado condômino antissocial. Um episódio que ganhou repercussão foi a decisão judicial envolvendo o ex-jogador Carlos Alberto, em que a Justiça determinou sua expulsão de um condomínio no Rio de Janeiro após conflitos recorrentes com moradores. Leia a reportagem completa → Clique aqui Fonte: Terra Situações como essa levantam uma questão importante: o que caracteriza um condômino antissocial e quais medidas podem ser adotadas quando a convivência se torna insustentável? O que significa ser um condômino antissocial De forma geral, considera-se condômino antissocial aquele morador cujo comportamento prejudica a convivência coletiva e compromete pilares fundamentais da vida em condomínio, como segurança, sossego e saúde. Esse tipo de situação costuma representar um grande desafio para a gestão do condomínio, pois envolve comportamentos repetitivos que desrespeitam as regras previstas na convenção e no regimento interno. Além de afetar a rotina dos moradores, essas atitudes também podem impactar o trabalho de funcionários e a administração do empreendimento. O que diz a legislação O Código Civil, principal legislação que regula os condomínios no Brasil, prevê penalidades para o morador que apresenta comportamento antissocial. O artigo 1.337 estabelece que o condômino que gera conflitos constantes e torna a convivência insustentável pode sofrer multa equivalente a até 10 vezes o valor da taxa condominial, desde que a penalidade seja aprovada por três quartos dos condôminos restantes. É importante destacar que o condomínio não pode restringir a circulação do morador nas áreas comuns, mesmo que ele esteja inadimplente. É possível expulsar um condômino antissocial? O Código Civil não prevê diretamente a expulsão do condômino. Por esse motivo, a maioria das decisões judiciais entende que a retirada do morador do condomínio não pode ocorrer apenas com base na convenção condominial. Isso acontece porque o direito de propriedade garante ao titular do imóvel o direito de usar, aproveitar e dispor do bem. No entanto, existem situações excepcionais em que o condomínio pode recorrer à via judicial quando o comportamento do morador representa risco ou torna a convivência impossível. Nesses casos, cada situação é analisada individualmente pela Justiça. O que pode acontecer em decisões judiciais Quando as multas e tentativas de solução não resolvem o problema, o condomínio pode buscar medidas judiciais. Em casos extremos, o juiz pode determinar que o morador não resida mais no condomínio, embora ele continue sendo proprietário do imóvel. Isso significa que a pessoa pode vender ou alugar a unidade, mas não frequentar o local. Provas são fundamentais Para que um processo desse tipo avance, é essencial apresentar documentação consistente, como: . Testemunhas . Áudios . Vídeos . Imagens das câmeras de segurança . Registros de advertências e multas . Histórico de tentativas de resolução Esses elementos ajudam a demonstrar a gravidade e a repetição das atitudes. Como agir diante de um vizinho agressivo Especialistas recomendam que moradores não tentem resolver a situação sozinhos. Algumas medidas importantes incluem: . Acionar a polícia quando houver ameaça ou risco imediato . Comunicar o síndico para que o caso seja tratado administrativamente . Registrar provas que possam ser utilizadas em eventual ação judicial Quando há suspeita de problemas de saúde Em algumas situações, comportamentos agressivos podem estar relacionados a questões de saúde mental. Nesses casos, a orientação é tentar envolver familiares do morador e buscar soluções adequadas. Em determinadas circunstâncias, pode ser solicitada judicialmente a curatela, instrumento que permite que um responsável passe a administrar decisões da pessoa que não consegue cuidar de si mesma. Convivência e responsabilidade coletiva A vida em condomínio exige equilíbrio entre direitos individuais e responsabilidades coletivas. Quando comportamentos ultrapassam limites e passam a afetar a segurança, o sossego ou a saúde dos moradores, a legislação prevê mecanismos para lidar com essas situações. Conhecer esses instrumentos legais e seguir os procedimentos corretos é fundamental para que conflitos sejam tratados de forma adequada e dentro da lei.

Conflitos em condomínios
Blog, Boas Práticas, Condomínios

5 dicas para administrar conflitos no seu condomínio

Conflitos envolvendo moradores são comuns em condomínios, mas com ações simples e eficazes é possível transformar tensão em convivência harmoniosa. Confira 5 dicas práticas da Acir que contribuem para um ambiente saudável no seu condomínio.  1. Ouça com empatia e neutralidade Ouvir ambos os lados com atenção e sem julgamento é o primeiro passo para resolver conflitos. Posicionar-se como facilitador imparcial ajuda a construir credibilidade e confiança. Feedbacks ou queixas devem ser acolhidos de forma humana, sem mostrar alinhamento com uma das partes. 2. Utilize a Convenção e o Regulamento Interno Manter a Convenção e o Regulamento Interno do condomínio atualizados e disponíveis para todos os moradores facilita a comunicação e o esclarecimento de regras. Esses documentos devem ter linguagem simples e objetiva, permitindo que todos compreendam horários, uso das áreas comuns e quais são os limites aceitáveis em assuntos que envolvam a coletividade. 3. Converse antes de aplicar sanções O diálogo prévio deve preceder advertências ou multas. Se problemas persistirem — por exemplo, uso indevido das áreas comuns — o síndico deve oferecer oportunidade de defesa ao morador antes de recorrer a penalidades previstas na Convenção e/ou no Regulamento Interno. Isto também ajuda na conscientização do que é ou não permitido no condomínio. 4. Proponha mediação e conciliação Quando soluções básicas não resolvem, uma alternativa a ser analisada é fazer uso de mediação interna ou externa. Neste caso, procure ajuda de profissionais com conhecimentos técnicos em mediação. Com isto, pode-se evitar processos na justiça, que normalmente geram dor de cabeça, custos e prazos maiores para resolução de problemas. 5. Tenha apoio jurídico quando necessário Em casos mais graves — como danos materiais, ameaças ou agressões —  e quando as opções acima foram esgotadas, é preciso contar com um apoio jurídico para a resolução de problemas, visto que a via judicial se torna necessária para garantir os direitos do condomínio e dos moradores. A Acir está preparada para ajudar caso esta opção se torne necessária. Gostou destas dicas? Compartilhe com os moradores do seu condomínio. Fonte: Acir Administradora.

Animais em condomínios
Blog, Boas Práticas, Condomínios, Legislação

Pets em condomínios: o que muda com a nova lei no Estado do Rio de Janeiro?

No dia a dia dos condomínios, a convivência entre moradores e animais de estimação costuma ser motivo de dúvidas e, muitas vezes, de conflitos. Mas uma nova legislação estadual traz mais clareza sobre os direitos dos tutores e os limites das convenções condominiais. Recentemente sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado, a nova Lei Estadual nº 10.743/2025 determina que a convenção do condomínio não pode proibir a criação e guarda de animais de pequeno porte nas unidades autônomas. Com isso, moradores que mantêm seus pets dentro de casa passam a contar com uma proteção legal mais explícita. O que a nova lei determina? Segundo o texto sancionado, os condomínios não podem impedir a criação e guarda de animais de pequeno porte nas áreas privativas. A única exceção permitida pela nova legislação é nos casos em que o animal representar risco comprovado à segurança, saúde, higiene ou sossego dos demais moradores. Mas atenção: essa condição de risco precisa ser atestada por um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), por meio de um laudo técnico embasado por critérios éticos e científicos. Afinal, o que é considerado “animal de pequeno porte”? A lei não especifica exatamente quais são os animais de pequeno porte, o que pode gerar interpretações diferentes. No entanto, especialistas consideram como pets de pequeno porte: ● Cães e gatos de até 10kg e 40cm de altura; ● Pequenos mamíferos (como hamsters e coelhos); ● Aves e répteis domesticados, desde que sejam considerados animais de companhia. Por outro lado, animais de produção (como galinhas) e silvestres (como cobras) não estão contemplados pela lei. Nestes casos, a posse deve ser avaliada conforme normas específicas e autorizações legais. E qual é o papel do síndico? O síndico continua sendo o responsável por garantir o cumprimento da convenção e a boa convivência entre os moradores. No entanto, não pode criar ou manter regras que contrariem o que está previsto na nova legislação. Caso o condomínio tente impor restrições ilegais, o tutor do animal pode recorrer judicialmente. Vale destacar que a lei já está em vigor e tem aplicação imediata. Os condomínios devem adaptar seus regimentos internos, sempre respeitando o direito dos moradores de manter animais de pequeno porte em suas unidades, desde que respeitadas as normas de convivência. Conclusão A nova legislação reforça a importância de equilibrar o direito individual de ter um animal de estimação com o respeito ao coletivo. Síndicos devem atuar com bom senso, sempre buscando a harmonia entre moradores e garantindo a conformidade com a legislação vigente. Na Acir, acompanhamos de perto as atualizações legais e orientamos nossos clientes com clareza e responsabilidade. Fonte: Acir Administradora.

Segurança em condomínios
Blog, Boas Práticas, Condomínios

Segurança em Condomínios: 5 Dicas Essenciais

A segurança é uma das principais preocupações dos moradores de condomínios. Ninguém quer passar por situações envolvendo roubos ou furtos, que podem gerar consequências desastrosas tanto para o patrimônio, quanto para a integridade física das pessoas. Como administradora comprometida com o bem-estar dos nossos clientes, a Acir compartilha neste post cinco dicas fundamentais para reforçar a proteção do seu condomínio. 1. Invista em um bom sistema de monitoramento O primeiro passo para um condomínio seguro é o planejamento e instalação de um sistema de monitoramento com equipamentos modernos e eficientes. Isto inclui não apenas câmeras com tecnologia de alta definição e visão noturna, mas sistemas de envio das gravações de vídeo para servidores fora do condomínio, evitando que invasores possam se apropriar do material gravado. Mas não basta apenas comprar câmeras e instalá-las, é preciso que não existam pontos cegos que não estejam sendo monitorados. A contratação de um consultor especializado em segurança condominial é uma boa prática, especialmente para condomínios grandes com vários pontos de acesso. Lembre-se: na maioria dos casos o invasor irá preferir tentar a sorte em um condomínio sem câmeras, onde seja mais difícil ser identificado. 2. Capacite sua equipe de portaria Porteiros e vigilantes bem treinados são fundamentais para a segurança condominial. Esses profissionais devem receber treinamento específico sobre como proceder em situações de emergência, identificação de pessoas suspeitas e protocolos de acesso. A capacitação regular também deve incluir atualização sobre novas técnicas de invasão utilizadas por criminosos, permitindo que a equipe esteja sempre preparada para prevenir tais tentativas. 3. Estabeleça regras claras de acesso e entrega de encomendas O controle de entrada e saída é essencial para garantir que apenas pessoas autorizadas tenham acesso ao condomínio. Criar procedimentos claros para a recepção de visitantes, prestadores de serviço e entregas é uma medida simples, porém muito eficiente. Dê atenção especial a entregadores de encomendas, principalmente de aplicativos de entrega de refeições. Se o entregador estiver de moto, é fundamental que o porteiro peça para que tire totalmente o capacete e olhe para a câmera de monitoramento antes de autorizar sua entrada ou entrega do produto. Comunique amplamente essas regras aos moradores e solicite sua colaboração. Afinal, a segurança é responsabilidade de todos, e pequenos descuidos podem comprometer o sistema como um todo. 4. Promova a integração entre vizinhos Um condomínio onde os moradores se conhecem e se comunicam tende a ser mais seguro. Incentive a integração entre os vizinhos através de grupos de comunicação e eventos comunitários. Quando os moradores estão atentos ao que acontece ao seu redor e conhecem quem frequenta o local, fica mais fácil identificar situações suspeitas e comunicá-las rapidamente à administração ou aos responsáveis pela segurança. Essa vigilância coletiva funciona como uma camada extra de proteção para todo o condomínio. 5. Realize auditorias de segurança periódicas Para garantir que todas as medidas implementadas estão funcionando adequadamente, é importante realizar auditorias de segurança periódicas. Esses processos podem identificar falhas em equipamentos ou apontar necessidade de melhorias no planejamento da segurança condominial. É importante que estas auditorias sejam feitas por um consultor especializado que possa avaliar o sistema de segurança com olhar técnico e sugerir melhorias baseadas nas características específicas do seu condomínio. Com base nos resultados, estabeleça um cronograma de atualizações e manutenções para manter o sistema sempre em perfeito funcionamento. DICA EXTRA: Inutilize dados pessoais em embalagens descartadas Oriente os moradores a sempre inutilizar (ex. picotar) a parte das encomendas recebidas que possuem nome e endereço do destinatário. Se a caixa da encomenda for integralmente descartada, estas informações podem ser utilizadas no futuro para roubos e furtos direcionados. Esta simples prática de segurança pessoal complementa todas as medidas de proteção coletiva implementadas no condomínio. E, por fim, lembre-se: investir em segurança não é gasto, mas sim garantia de bem-estar, valorização do patrimônio e qualidade de vida. Fonte: Acir Administradora

Blog, Boas Práticas, Condomínios

Verão no Rio de Janeiro: Como Usar o Ar-Condicionado de Forma Eficiente

O verão carioca pode ser desafiador, especialmente para quem mora em apartamentos, onde o calor pode se acumular e tornar o ambiente desconfortável. Nessas horas, o ar-condicionado se torna um verdadeiro aliado. Mas, para garantir conforto sem pesar no bolso — e sem prejudicar a estrutura elétrica do seu condomínio —, é essencial usar o aparelho de forma correta. Neste artigo, você vai descobrir as melhores práticas para usar o ar-condicionado em condomínios, evitar desperdícios e garantir mais segurança e eficiência. 1. Instalação Correta: O Primeiro Passo para Evitar Problemas Antes de tudo, se você vai instalar um ar-condicionado, procure um profissional qualificado. A instalação correta evita riscos de curto-circuito e incêndios. O ar-condicionado deve ter um circuito elétrico exclusivo, com disjuntores dedicados e fios adequados, seguindo as normas técnicas da ABNT. A sobrecarga elétrica pode causar incêndios graves. Avalie o espaço: O ambiente deve ser adequado, principalmente para aparelhos do tipo Split, que exigem a instalação de uma unidade externa. 2. Faça Manutenção Regular para Evitar Problemas A manutenção do ar-condicionado não é apenas sobre desempenho — ela também é essencial para a saúde dos moradores e a economia de energia. A recomendação dos especialistas é: Limpeza completa a cada 6 meses: Contrate um técnico especializado para limpar turbina, serpentina e a bandeja do condensador. Limpeza básica a cada 30 dias: Você mesmo pode limpar o painel com um pano seco e lavar o filtro com água corrente. A falta de manutenção aumenta o consumo de energia, prejudica a qualidade do ar e pode gerar riscos elétricos. 3. Regule a Temperatura: Conforto Sem Exagero É tentador abaixar a temperatura para 18ºC em um dia de calor intenso, mas isso não resfria o ambiente mais rápido e aumenta o consumo de energia. O ideal é manter o aparelho entre 22°C e 24°C. Essa faixa oferece conforto e evita um gasto excessivo de energia. 4. Mantenha Portas e Janelas Fechadas Um dos maiores erros ao usar o ar-condicionado em um apartamento é deixar portas e janelas abertas. Isso força o aparelho a trabalhar mais e aumenta a conta de luz. Ao ligar o ar-condicionado, feche todas as portas e janelas e, se possível, use cortinas para bloquear a luz solar direta. 5. Atenção à Unidade Externa (Condensadora) A unidade externa também merece cuidados. Por ficar exposta ao sol, chuva e maresia, especialmente no Rio de Janeiro, ela pode sofrer corrosão e perder eficiência. Proteja a condensadora: Utilize revestimentos específicos e realize limpezas periódicas. Verifique a integridade do aparelho regularmente com a ajuda de um técnico. 6. Reduza o Impacto da Incidência Solar Ambientes que recebem muita luz solar direta demoram mais para resfriar. A dica é simples: feche cortinas e persianas em horários de maior incidência solar. Isso ajuda a manter a temperatura agradável e reduz o esforço do aparelho. 7. Invista em Tecnologia Inverter Se você quer economizar no longo prazo, opte por aparelhos com tecnologia “Inverter”. Eles regulam a velocidade do compressor, evitando picos de energia e mantendo a temperatura estável. Aparelhos com esta tecnologia têm menor ruído, economia de até 50% na energia gasta e maior durabilidade. Conclusão: Use o Ar-Condicionado com Inteligência no Verão Carioca Morar em um condomínio no Rio de Janeiro durante o verão exige atenção especial ao uso do ar-condicionado. Com os cuidados certos, você garante um ambiente confortável, sem prejudicar a estrutura do prédio ou gerar custos desnecessários. Dica extra para síndicos: Estimule boas práticas entre os moradores e verifique se as instalações elétricas do condomínio estão preparadas para a demanda extra durante o verão. FONTE: Adaptado de Eletros.org.

Rolar para cima